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Biblioteca Eugênia Monfranati recebe instalação interativa de arte

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Projeto, idealizado pela artista londrinense Ana Salai, propõe aos participantes interagir, usufruir e debater

Nesta sexta-feira (9), das 14h às 16h30, a Biblioteca Pública Eugênia Monfranati vai receber o projeto “Tecituras de Nós: dimensões possíveis”, uma instalação itinerante de arte contemporânea, que propõe ao participante usufruir, interagir e debater. Foi idealizada pela artista londrinense Ana Salai, com colaboração da artista visual Giovanna Clivati.

A inciativa é voltada para pessoas a partir dos 15 anos de idade e as vagas são limitadas. Os ingressos devem ser retirados com 30 minutos de antecedência ao horário de início, na própria biblioteca, localizada na avenida Guilherme de Almeida, 2.260, região sul.

“Tecituras de Nós: dimensões possíveis” é uma instalação/oficina de arte contemporânea oferecida ao público como uma experiência com artes, desenvolvida com materiais industrializados simples, como TNT e barbantes. A obra está inserida no conceito de arte relacional, que se refere às obras que dependem diretamente da participação do público.

A proposta provoca os participantes a interagirem entre si, produzindo tecituras ou outras manualidades, de modo que construam novos sentidos para o material. Além da instalação, o processo artístico relacional também inclui as conversas, discussões e sensibilidades despertadas pela obra.

A produção do projeto conta com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura, por meio do Programa Municipal de Incentivo à Cultura (Promic). A montagem já passou por duas regiões, zona norte, na Vila Cultural Flápt, e zona leste, na Vila Cultural Alma Brasil. Na Eugênia Monfranati vai atender a região sul; no dia 24 estará na Biblioteca Pública Pedro Viriato Parigot de Souza, na Avenida Rio de Janeiro, 413, centro; no dia 30, na Vila Cultural Triolé, na Rua Etienne Lenoir, 155; e no dia 8 de dezembro na Divisão de Artes Plásticas (DAP) da Universidade Estadual de Londrina (UEL), na Avenida Juscelino Kubitschek, 1.973.

Segundo a artista Ana Salai, o objetivo do projeto é diminuir a distância entre o público comum e a arte contemporânea. “Ainda temos uma resistência, das pessoas, com relação à produção contemporânea de arte, e esta instalação possibilita que a comunidade interaja diretamente com ela. Também queremos fomentar a participação do artista visual no Promic, para que a população possa ficar mais próxima do que é produzir arte”, disse.

Além de artista, Ana Salai também é professora de arte e sociologia formada pela UEL. A rede usada no projeto “Tecituras de Nós” começou a ser desenvolvida por ela em 2016, a partir de um trabalho da graduação em artes visuais. A obra seguiu sendo expandida em diversos encontros e oficinas.

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